Ginecologia e Obstetrícia · Medicina Reprodutiva

Antes de tratar, Antes de tratar, é preciso entender.

Investigação da fertilidade e tratamentos para engravidar em Londrina e Ibiporã, com conduta individualizada e baseada em evidência.

Cada história reprodutiva tem um ponto de partida diferente. O primeiro passo é descobrir qual é o seu.

Dra. Ludimila Seko, ginecologista e obstetra, de braços cruzados Mulher sentada junto à janela, com as mãos apoiadas sobre um caderno fechado
CRM/PR 31940 · RQE 19350 Medicina pela UEL Residência e subespecialização no HC-FMRP-USP Mestre em Ciências da Saúde (Reprodução Humana) Professora de Medicina na UEL Atendimento em Londrina e Ibiporã (PR)
Pontos de partida

Nem toda dificuldade para engravidar é a mesma dificuldade.

01

Estou tentando há alguns meses

Você quer saber se já é hora de investigar ou se ainda é cedo. Existe um marco de tempo, e ele muda conforme a idade.

Quando investigar
02

Já investiguei e não encontrei resposta

Exames normais e ainda sem gravidez tem nome: infertilidade sem causa aparente. E tem conduta.

Causas da infertilidade
03

Tive perdas gestacionais

Duas ou mais perdas justificam uma investigação própria, diferente da investigação de infertilidade.

Abortamento de repetição
04

Quero preservar o futuro

Congelar óvulos, avaliar reserva ovariana, planejar a gestação para depois. Decisões que dependem de tempo.

Preservação da fertilidade
Retrato da Dra. Ludimila Seko
Quem vai te atender

Dra. Ludimila Seko

Ginecologista e obstetra com subespecialização em Reprodução Humana e Endocrinologia Ginecológica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), um dos serviços de referência do país em medicina reprodutiva. Mestre em Ciências da Saúde na área de Reprodução Humana, professora do curso de Medicina da Universidade Estadual de Londrina e coordenadora médica de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital do Coração de Londrina.

Atua em saúde da mulher em todas as fases: fertilidade e reprodução assistida, anticoncepção, endocrinologia ginecológica e climatério.

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O método

Como funciona o cuidado

Médica e paciente conversando em consulta, sobre uma mesa Mãos revisando resultados de exames e uma ultrassonografia Casal planejando a família, mãos sobre um caderno e um calendário Mão da médica acolhendo a mão da paciente na mesa
Perguntas frequentes

O que costuma ficar em aberto antes da primeira consulta.

Doze meses de tentativas sem sucesso se você tem menos de 35 anos; seis meses a partir dos 35. Existem situações em que não se espera: ciclos irregulares, endometriose, duas ou mais perdas gestacionais, cirurgia pélvica prévia, alteração conhecida no espermograma ou idade a partir de 40 anos.
Sim, idealmente desde a primeira consulta. O fator masculino participa de perto da metade dos casos de infertilidade conjugal, e investigar apenas um lado atrasa o diagnóstico dos dois.
Não necessariamente. Boa parte dos casos se resolve com condutas de baixa complexidade: ajuste da ovulação, correção de alterações uterinas, orientação do período fértil, inseminação. A FIV é indicada quando a causa encontrada ou o tempo disponível a tornam a melhor opção, e essa conversa acontece com números e alternativas na mesa.
A maior parte dos exames se organiza em um a dois ciclos menstruais, porque alguns precisam ser feitos em dias específicos do ciclo. O plano de investigação já sai definido na primeira consulta.
Exames anteriores (mesmo antigos), relatórios de cirurgias, o espermograma do parceiro se já houver, a lista de medicações em uso e, se você registra, o histórico dos últimos ciclos menstruais.
Não. AMH e contagem de folículos antrais estimam quantidade de óvulos, não qualidade nem chance de gravidez natural. O que um resultado baixo indica é que o tempo pesa mais no seu caso e que a investigação e a conduta não devem ser adiadas.

Marcar a primeira consulta já é começar a investigar.

Atendimento em Londrina e Ibiporã (PR). Agendamento pelo WhatsApp.